Pra Fafá, a dona do passo que virou abraço*
Eu já batia ponto no Flashback, lá no Subtenente da kashmir. Chegava meio cinza por dentro, com a depressão fazendo base no ouvido.
Aí você apareceu, Fafá. Do nada, virou o refrão que faltava.
Me puxou pra dança como quem puxa alguém da chuva pra dentro de casa.
E de repente o peso virou ritmo. A cabeça pesada virou giro no salão.
De lá pra cá não parei mais. A pista virou terapia e você foi minha primeira música.
Tem coisa que remédio não explica. Dança explica. E você me apresentou isso.
Valeu por ser luz em forma de passinho. Te devo cada sorriso que nasce quando a batida começa. Muito obrigada
